Mostrando postagens com marcador doze. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador doze. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Estudantes do UNIS lançam jornal sobre Organizações Não Governamentais

Estudantes do UNIS lançam jornal sobre Organizações Não Governamentais
 
4º Periodo de Jornalismo 2015          A turma do 4º período do Curso de Comunicação Social – Jornalismo do Centro Universitário do Sul de Minas – UNIS/MG lançará no dia 29 de outubro o jornal “O Âncora” que, em sua edição especial e única, relata o trabalho desenvolvido por Organizações Não Governamentais (ONG’s), na cidade de Varginha e região.
 
          Quem orienta os acadêmicos nesse projeto é o professor Joel Corsini, que ministra as aulas de Planejamento Gráfico. Para ele, “a experiência de um jornal laboratório é uma das melhores formas de auxiliar o aluno a lidar com situações reais de trabalho, com as quais ele futuramente irá se deparar”.
 
 
          Para a coordenadora do curso, professora Gisele Nishiyama, “O Âncora” veio para acrescentar ao curso e alunos envolvidos, que entregarão ao público um jornal dinâmico, de utilidade pública e informativo. “Transpõe muros da academia, de forma a oferecer voz a várias ONG’s, oportunizando sobre a divulgação de seu trabalho e cumprindo o valor social de quem se propõe ser jornalista”, relatou a coordenadora.
 
 
          O jornal faz parte do Projeto Interdisciplinar de Curso (PIC), que é apresentando todos os semestres pelos alunos do UNIS, com o objetivo de mostrar na prática o andamento de cada profissão. No semestre anterior, a turma que estava no 3º período, apresentou um programa de rádio com o tema “50 anos da FEPESMIG”.
 
 
          O evento acontecerá no auditório do Campus I, do Centro Universitário do Sul de Minas – UNIS/MG, localizado na Rua Cel. José Alves, 256 Vila Pinto – Varginha/MG.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

O JULGAMENTO DA OVELHA


O JULGAMENTO DA OVELHA

Um cão de maus bofes acusou uma pobre ovelha de haver-lhe furtado um osso – porque haveria eu lhe furtar um osso já que sou herbívora e um osso para mim significa tanto como um pedaço de ferro – respondeu a acusada. Furtaste o osso e tem que devolver, senão irei levá-la aos tribunais – acusou o cão.

Assim o fez, queixou-se ao gavião-de-penacho, que de imediato aceitou a denúncia. O mesmo escolheu como jurados doze urubus-de-papos-vazio. O egrégio tribunal reuniu-se e deu o veredicto! Sentença inapelável – devolve o osso ou paga com a vida, gritou o juiz.

Pobre ovelha, osso para dar não tinha, iria pagar com a vida pelo crime que não havia cometido. Assim se sucedeu, o cão sangrou-a espotejou-a, reservou para si um bom naco, o restante foi dividido entre os componentes do Júri, para pagamento das custas processuais.

MORAL DA HISTÓRIA

Como fiar-se na justiça dos homens? Eles decretam o que é negro para o branco e vice-versa. A única justiça confiável é a do Senhor Deus.

“Ele é a rocha, suas obras são perfeitas, porque todos seus caminhos são justos; Ele é Deus fiel e sem iniqüidade; Ele é justo reto” (Deuteronômio 32:4)

Siga-me

Free Counter

free counters